quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sociedade ignóbil!

Será a verdade relativa?
Pois bem, o certo é que cada indivíduo tem a sua verdade, acreditem ou não, fazer ouvir a voz do mensageiro é um assunto que apenas diz respeito à integridade moral de cada um.
Muitos vivem na farsa, escondidos na luz de um candeeiro apagado à escuta de valores pouco positivos acerca de outrem, para daí tirar partido e, fazer-se elevar no seu estatuto social. E tudo isto porquê?
Por falta de assunto, por maldade, inveja, ou tratar-se-á apenas de uma mera forma de vida?
Talvez não se possa criticar as pessoas que mentem, se assim o fazem como um ideal de vida, mas em qualquer ideal de vida, a verdade é um valor, logo a mentira não pode, de maneira alguma, ser tomada como uma atitude trivial, à qual se assiste desde sempre. Caberá ao bom senso mudar isso, mas a cada passada levantam-se novas questões. Será o bom senso um conceito universal?
Pois, pergunta essa com resposta negativa. Torna-se então difícil de apurar a relatividade da verdade e assim, mesmo sem se saber, cai-se no erro da mentira, ou na coisa certa, claro esta!
E o emissor da verdade, poderá ser culpado por acreditar na “verdade” que lhe chega aos ouvidos?
E assim, andamos nós num ciclo vicioso, numa roleta russa que em cada disparo pode soar verdade ou mentira, mas lá esta, são mais as vezes que a verdade vem seca do que cheia de teor.